sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Evidencias diversas parte 2



Bereshiyt (Gênesis) 1:2
"E a terra estava um caos absoluto; havia treva sobre a face do abismo, e o RUKHA ULHIM movia-se [pairava] por sobre as águas."

Aqui acima, no segundo verso de Bereshiyt (Gênesis) 1, pela primeira vez, o terceiro Ser Eterno Criador é mencionado nominalmente nas escrituras. O RUKHA ULHIM aqui já é mencionado como sendo ULHIM, e não se tratando do Criador Pai, YAOHUH (IÁORRU) e nem do Criador Filho YAOHUSHUA (IAORRÚSHUA), uma vez que as escrituras tratam de cada ser espiritual nominalmente. Lembre-se sempre, como conceito fundamental, que seres espirituais são identificados apenas pelos seus nomes e nada mais. Se este Ser Espiritual, que é ULHIM, fosse o Criador Pai, estaria sendo mencionado pelo Nome YAOHUH (IÁORRU). Se fosse o Criador Filho, estaria sendo mencionado pelo seu Nome YAOHUSHUA (IAORRÚSHUA). Contudo, este Ser Espiritual, que também é ULHIM, está sendo mencionado por um terceiro Nome: RUKHA (RÚRRA), sendo ULHIM apenas um título, do mesmo modo que YAOHUH e YAOHUSHUA recebem igualmente este título nas escrituras. A palavra "rukha", em hebraico, significa "espírito" e também significa "vento", contudo, como nomes próprios nunca devem ser traduzidos, devemos nos referir a ele como RUKHA (RÚRRA), e não por alguma tradução, ainda que literal. Note que a pronúncia do primeiro "R", a inicial de RUKHA, deve ser pronunciada do mesmo modo que a letra "R" na palavra "caro". Não é correto pronunciar como o "R" inicial na língua portuguesa, como na palavra "rua", mas sim, repito, como o "R" na palavra "caro".

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