Desde primórdios o homem tenta saber mais sobre a origem da vida que sempre gera a cada ano mais e mais perguntas sem respostas em torno da mesma, seguindo este padrão não poderia ser diferente agora, quando cientistas acreditam ter descoberto a idade aproximada do gene Boule, que é responsável pela produção dos espermatozóide.
Os cientistas afirmam através de um estudo realizado na Universidade Northwestern dos EUA e que foi publicado na revista PLoS Genetics, que o gene Boule que é encontrado em alguns animais inclusive o homem, é muito mais antigo de que se imaginava, sendo sua idade aparente em torno dos 600 milhões de anos.
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Sex, 16 Jul, 12h39
Por Redação Yahoo! Brasil
Fonte:
http://br.noticias.yahoo.com/s/16072010/48/manchetes-gene-esperma-600-milhoes-anos.html
O gene Boule, que os cientistas creem ser responsável pela produção de espermatozóides, tem se dedicado a essa atividade há 600 milhões de anos. A conclusão é de uma pesquisa científica publicada na revista PLoS Genetics.
Trata-se da primeira evidência genética de que a habilidade de alguns animais, entre eles os humanos, produzirem espermatozóides é antiga. Possivelmente, o gene especializado na produção de esperma é o mais "velho" já encontrado.
Uma equipe de pesquisadores liderada por Eugene Xu, professor de obstetrícia e ginecologia da Escola de Medicina Feinberg da Universidade Northwestern, nos Estados Unidos, analisou o esperma de ouriço do mar, galo, mosca de fruta, peixe, além do homem. Em todos eles, havia a presença do gene Boule, o que indica que toda a produção de esperma tem uma origem em comum.
O estudo, além da curiosidade, pode ajudar a desenvolver um contraceptivo masculino e a entender a infertilidade do homem. Ou, também, ajudar no combate de algumas doenças transmissíveis.
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Assim é a ciência, que como acontece com a idade divulgada do planeta Terra, se baseia antes de qualquer coisa na incerteza dos dados apresentados.
O que nos resta saber, é se daqui a alguns anos estes mesmos cientistas não vão aparecer com mais e mais estudos indicando que na verdade estes 600 milhões do gene Boule não são lá tão contundentes assim.
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