domingo, 25 de julho de 2010

Ahmadinejad adverte UE sobre efeito de novas sanções


E o objetivo que o Obama mais queria propagar, as sanções ao Irã, realmente contagiaram os europeus, que nesta segunda decidem se dão ou não mais vigor as mesmas, restando agora ao Ahmadnejad apenas apelar para que não aconteça o que aconteceu em 9 de junho, quando a Hillary cuspiu fogo e disse que a ONU fez a coisa certa ao adotar as sanções contra o Irã.

É aquela coisa, quando os EUA se posicionam contra alguém, o mundo põe o rabo entre as pernas e segue o "Cordeiro Pacifista Americano", afinal de contas, alguém tem que por "ordem" no mundo contra o "Eixo do Mal", como diria o metodista maçom e camuflado Skull and Bones(Caveira e Ossos), George Bush.

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Dom, 25 Jul, 12h47
Fonte:

http://br.noticias.yahoo.com/s/afp/ue_ir___pol__tica_nuclear_san____es

TEERÃ (AFP) - O presidente iraniano Mahmud Ahmadinejad tentou dissuadir neste domingo os países da União Europeia (UE) de adotar novas sanções contra seu país, como pretendem fazer na segunda-feira, e afirmou que Teerã reagirá "com firmeza" a qualquer ato hostil.

"Os europeus querem impor novas sanções além das adotadas pelas Nações Unidas (no dia 9 de junho). Queria dizer que não recebemos favoravelmente uma tensão ou nova resolução, queremos relações lógicas e amistosas", declarou Ahmadinejad, de acordo com a televisão iraniana em inglês Press-TV.

"Devo dizer que qualquer um que adotar medidas contra a nação iraniana, como a inspeção de navios iranianos (em alto-mar) tem que saber que o Irã reagirá com firmeza a tais atos", acrescentou.

Mahmud Ahmadinejad também denunciou a "guerra psicológica" contra o Irã travada pelos Estados Unidos e por seus aliados, e afirmou que a República Islâmica "cortará a mão dos inimigos".

"Todo aquele que participar do roteiro dos Estados Unidos (contra o Irã) será considerado um país hostil (...). O Irã dará uma resposta firme a qualquer ameaça", insistiu.

Os países da UE decidiram na quinta-feira reforçar as sanções contra o Irã, suspeito de querer produzir uma arma atômica com seu programa nuclear.

As novas sanções, que serão adotadas na segunda-feira em Bruxelas, reforçam as votadas em 9 de junho no Conselho de Segurança da ONU e afetam principalmente o setor energético iraniano.

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