sexta-feira, 11 de junho de 2010

Novo texto da ONU sobre clima é criticado ao final de reunião


Reflitam...

A ameaça de “desastres climáticos” é invocada pelos movimentos ambientalistas para impedir progressos industriais vitais nos países em desenvolvimento, como vemos atualmente na África.

O acordo desta vez mostrou as verdadeiras garras para os países em desenvolvimento quando as 22 páginas colocaram ênfase incorretamente nos cortes de gases-estufa pelos pobres, e não pelos ricos.

Qualquer semelhança com os planos dos Bilderbergs de não permitirem que nenhuma outra potência se levante diante dos países ricos, é mera coincidência, OU NÃO!

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Fonte:

http://verde.br.msn.com/artigo.aspx?cp-documentid=24545003

Por Reuters, reuters.com, Última atualização: 11/6/2010 15:33

Por Alister Doyle

BONN, Alemanha (Reuters) - Países ricos e pobres criticaram na sexta-feira um novo projeto para um tratado da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre o clima ao final de duas semanas de conversações entre 185 países que terminaram sem grandes avanços para um acordo.

O esboço, destinado a ajudar nas negociações sobre um novo pacto, cortou algumas das opções mais draconianas com relação aos gases-estufa e todas as referências a "Copenhague" --onde uma cúpula da ONU em dezembro por pouco não aprovou um tratado.

"O grupo está consternado com o fato de que o texto está desequilibrado," disseram os países em desenvolvimento do Grupo dos 77 e a China em um comunicado. Vários deles afirmaram que o texto de 22 páginas coloca ênfase incorretamente nos cortes de gases-estufa pelos pobres, e não pelos ricos.

Entre os países ricos, os EUA afirmaram que estudariam o texto, mas que alguns elementos eram "inaceitáveis." A União Europeia também expressou "preocupação" com o texto, que atualiza o esboço anterior de 42 páginas rejeitado na semana passada.

O novo documento estabelece como objetivo o corte das emissões mundiais de gases-estufa em "ao menos entre 50 e 85 por cento dos níveis de 1990 até 2050" e que os países desenvolvidos reduzam as emissões em ao menos 80-95 por cento a partir dos níveis de 1990 até meados do século.

Ele deixa de lado as opções mais radicais, algumas defendidas pela Bolívia, para um corte de ao menos 95 por cento nas emissões mundiais até 2050 como parte do esforço para reduzir a ocorrência de secas, enchentes, disseminação de doenças e a elevação do nível dos oceanos.

Margaret Mukahanana-Sangarwe, do Zimbábue, que preside as conversações da ONU sobre as ações de todos os países para diminuir o aquecimento global, afirmou que o texto seria atualizado para uma próxima reunião em Bonn, na Alemanha, em agosto.

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Procurem pelo post do "Dossiê Completo do Aquecimento Global" aqui mesmo neste blog, e todos vão compreender este enigma que tem se formado sobre este tema.

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