Foi esta uma das frases que o primeiro ministro da Turquia, Tayyip Erdogan, acusou Israel de não seguir sequer seus princípios espirituais, e desta forma são traidores de si mesmos.
O principal motivo da indignação de Erdogan foi o fato de que os nove mortos na investida israelense contra o comboio com ajuda humanitária que ia para Gaza, todos eram turcos e estavam em um navio de bandeira turca.
Erdogan ainda afirmou que já havia dito aos americanos que não considera os militantes do Hamas como terroristas, e sim combatentes da resistência, lutando por sua terra de direito, pois conquistaram com uma eleição legal.
Mas antes que tenhamos qualquer opinião sobre o que os EUA acham de tudo isso, só gostaria de informar que Israel é o "Amigo do Oriente" dos EUA, pois se fosse um outro pais sem essa "camaradagem", com certeza a chapa iria esquentar, o que vemos que não vai acontecer nem tão cedo, afinal de contas, a Guerra do Oriente só vai acontecer em 2012, segundo o infiltrado na elite Lindsey Williams, no programa de rádio do Alex Jones, onde botou a boca no trombone recentemente, falando inclusive da queda do dólar e do petróleo, numa linha de tempo de dois anos.
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Fonte:
http://noticias.br.msn.com/artigo.aspx?cp-documentid=24474568
Por Reuters, reuters.com, Atualizado: 4/6/2010 17:02
Por Ayla Jean Yackley
ISTAMBUL (Reuters) - O primeiro-ministro da Turquia, Tayyip Erdogan, acusou Israel nesta sexta-feira de trair sua religião, enquanto bandeiras palestinas estavam por toda parte no funeral de um ativista turco morto quando soldados israelenses invadiram um barco humanitário que ia para Gaza.
A morte de nove turcos numa embarcação de bandeira turca em águas internacionais na segunda-feira durante uma operação executada por comandos israelenses para deter um comboio com ajuda humanitária fez estremecer as relações dos dois países que já foram aliados.
Erdogan intensificou a retórica anti-Israel em um discurso exibido pela televisão feito a simpatizantes do partido AK, de tendência islâmica, na cidade de Konya, na Anatólia.
"Vocês (Israel) mataram brutalmente Furkan Dogan, de 19 anos. Qual fé, qual livro sagrado pode ser uma desculpa para matá-lo?", perguntou Erdogan, referindo-se a um dos nove ativistas mortos.
"Eu falo com eles na linguagem deles. O sexto mandamento diz 'não matarás'. Vocês não entenderam? Direi mais uma vez. Eu digo em inglês: 'you shall not kill'. Vocês ainda não entenderam? Então eu falarei na sua língua. Eu digo em hebreu 'Lo Tirtzakh'."
Prometendo nunca abandonar o povo palestino, Erdogan associou as mortes dos palestinos pelos israelenses às mortes civis turcas causadas pelo conflito com militantes separatistas curdos.
"Eles mataram os bebês nos braços de suas mães assim como os terroristas aqui. Eles mataram crianças inocentes em suas bicicletas", afirmou ele.
Ele também defendeu o governo palestino do Hamas.
"O Hamas é (formado por) combatentes da resistência lutando por sua terra, eles são palestinos. Eles venceram uma eleição e agora estão em prisões de Israel. Eu disse isso aos americanos, que eu não aceito o Hamas como um grupo terrorista."
Os simpatizantes do partido AK responderam cantando "Primeiro-ministro Mujahid" - usando o termo para guerreiro sagrado do Islã.
Em Istambul, o pai de Cevdet Kiliclar desmaiou ao lado do caixão do filho enquanto milhares de pessoas se ajoelhavam para orar na mesquita de Beyazit em homenagem ao jornalista de 38 anos que trabalhava para a entidade beneficente que organizou a flotilha de ajuda humanitária.
Bandeiras palestinas, pretas, brancas e verdes agitavam sobre a congregação, ao lado de algumas do Hamas e do grupo libanês Hizbollah.
É uma pena uma nação ter que passar por isso, concordo nesse momento com o primeiro-ministro da Turquia, Tayyip Erdogan. Principalmente quando ele relaciona os principios éticos que o pais diz seguir.
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